 The Fall of Troy - Manipulator Resenha Banda altamente influenciada pelo Mathcore, registrando minuciosamente as virgulas do estilo, muitas vezes próximo do seu ápice, uma banda de muitos admiradores e com certeza nos trará ainda muitos bons álbuns. Claro que a mudança é normal mas, nada indica que irão fugir futuramente disso que os coloca entre as 10 do Math. Manipulator é um álbum pra será respeitado daqui a 10 anos, um trabalho de correções e melhorias, se comparado com os demais da banda. Esse álbum é repleto de letras que se subentendem e realizam bem o proporcionado. Jovens músicos tão bem entrosados e tão bem coordenados, muitos grupos demoram anos e não acham outros que o façam.
Cut Down All The Trees And Name The Streets After Them, o Início, parte dai o que eu chamaria de viagem. Com força e exatidão, medida com estruturas para manter a curiosidade pelo que vêm, extremos opostos e voltas, indo e vindo numa sonoridade distinta, ótima pra iniciar algo que surpreenderá sem dúvida alguma. The Dark Trail que segue Cut, dá a clara sensação de continuação, melodia e letra ditando, potência nos vocais, potência nas cordas...
Quarter Past é a baladinha romântica do disco, “No offense My dear, I hope you know... tonight i write to you”, bastante agradável, nada enjoativa como costumam ser as baladinhas românticas, eu dou nota 8 pra essa música, letra e tempo certinhos, combinação que se encaixa de ponta-a-ponta, outras poucas são tão boas. Semi-Fiction, prenda-se ao refrão, porque ouvir essa música e não aprender o refrão em 4 vezes no máximo é impossível, o ponto altíssimo do disco, na minha opinião, melhor música da banda, elementos eletrônicos tão aparentes e aquela insanidade do Mathcore tão vulgares. Surpreendentes explosões facilitam a compreensão. Oh, the cassino, me fez lembrar Weezer, aquela levadinha característica deles, sem perder a originalidade. Ex-Creations, apesar dessa introdução enjoativa e esquisita, essa é uma das melhores no álbum, sem tempo certo vai de melodias a bateria caótica em pouco tempo. Um solo de 40 segundos, monstruosamente trabalhado alia-se a qualidade sem igual do baterista classificam a música entre uma das mais bem produzidas e elaboradas do grupo. Caught Up e A Man. A Plan. A Canal. Panama é o final anunciado do disco. Somando perceptível e claramente ao disco que se faz viciante do começo ao fim. Dica de som: se gostou do álbum, gosta da banda ou desse estilo, Mod Flanders Conspiracy é a dica de som. A melhor banda no estilo.
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