Entrevistas
Entrevista com E>D>C ! | Entrevista com E>D>C ! |
| Por Royaldiasdefuria | |||
| 30 de January de 2007 | |||
![]() [Foto : Hate Fest 4] Pra finalizar o "Banda do mês de janeiro" entrevistamos o E>D>C e aqui você confere na íntegra as respostas da banda ! 1 - Pra começar a entrevista fale-nos quem é quem na banda e se algum dos integrantes possui projeto paralelo? E>D>C : Bom, a banda é constituída por cinco pessoas, Cleber Rodrigo é o vocal, Thiago Medeiros o baixista, André Borges (gelinho) o batera, Carlos Ruiz e Tiago Marchitiello nas guitarras, bom, antes quase todos tiveram um projeto paralelo, mas hoje em dia todos são dedicados apenas ao E>D>C. 2 - Explique-nos o porquê do nome E>D>C? Qual significado? E da onde surgiu o nome? E>D>C : Surgiu quando o Cleber entrou na banda, antes disso tocavam o Thiago, André e o Luciano (antigo guita), assim que ele entrou na banda a banda começou a tomar um pouco da forma do que é hoje , a banda se chamava Estado de Choque e esse nome remetia muito a bandas punks, e não era muito bem vista em festivais do estilo, com a sigla não abandonamos a raiz e decidimos que a sigla E>D>C seria o nosso símbolo, ou seja, maior que o significado do nome, o significado sofrerá constantes mudanças assim com a banda. 3 - O E>D>C é considerado por muitos a mais profissional e competente banda da cena nacional dentro e fora do underground, mas para chegar nesse mérito não deve ter sido fácil, sofreram poucas e boas. Qual a maior dificuldade enfrentada pela banda? E>D>C : Não foi fácil não, se engana quem pensa que ter banda e querer levar seu trabalho a sério é fácil. A maior dificuldade sempre é o dinheiro, não é nada barato fazer música aqui no Braza, tudo é caro, desde os instrumentos até a masterização/encarte. Tivemos dificuldades sim, pra citar algumas, troca de integrantes, produção errônea, ralação constante em busca de verba para realizarmos as metas, ah, e no começo as pessoas estranhavam bastante o fato de cantarmos em Português, hoje em dia muitos gostam do nosso som exatamente por isso. 4 – Na opinião de vocês, quais foram os motivos para a decadência da cena? E como poderia ser fortalecida novamente? E>D>C : Não vemos como uma decadência e sim como prêmio para as bandas que começaram e se preocuparam em fazer uma coisa mais profissional e não apenas começaram sua banda pela moda. Não podemos falar muito pela cena, podemos falar que queremos sempre melhorar, sempre superar o que passou, acho que isso é um começo. 5 - Caso fossem convidados por uma gravadora de nome, aceitariam mesmo com o preconceito que rola na cena independente do metal moderno em relação a gravadora? Qual a opinião de vocês sobre o assunto. E>D>C : Fica difícil falar sobre isso, porque não sabemos qual seria a abordagem da gravadora sobre nós. Supondo que algum dia isso aconteça, não vemos problema nenhum em negociar desde que não nos queiram mudar, gastamos tanto dinheiro com a banda que não acharíamos mal ganhar dinheiro ao invés de perder. Suposições a parte, pelo que vem acontecendo, gravadoras majors não tem sido muito bom negocio para as bandas, pelo menos é o que temos vendo, é claro que toda gravadora tem o seu carro chefe, onde ela fatura, mas vemos muitos artistas jogados pelos cantos. Acreditamos que o independente é o caminho mais correto no momento, é importante pra banda ter essa bagagem para poder aprender com os próprios pés. 6 - Recentemente vocês foram incluídos em uma coletânea do produtor RICK BONADIO [Arsenal music] com a música DOCE SAL, como isso aconteceu? E>D>C : Mandamos o material para a Arsenal quando soubemos que ele lançaria essa coletânea, ficamos muito felizes com o resultado, porque a coletânea vai ser totalmente bancada pela Arsenal. Inicialmente o material seria lançado apenas com as bandas que disputaram um festival que ele esteve presente, mas Querendo ou não, é mais uma forma de podermos divulgar o nosso som. 7 - Por que a música “FRÁGIL” que foi gravada no álbum atual não contou com a participação do rapper ATALAIA assim como na música gravada na demo a um tempo atrás? E>D>C : Não temos uma resposta direta para essa pergunta, achamos que foi porque a fase era outra, tínhamos outras idéias, queríamos um álbum mais autoral, pra mostrar a banda como ela é, deixamos o experimentalismo para o última faixa do CD onde tivemos mais contato com a sonoridade industrial. 8 – Há um tempo atrás, Lincaut gravou a música América com o E>D>C e uma das coisas que muitos fãs do metal nacional queria ver era participações entre bandas, o que pensam sobre participações especiais? Já que várias bandas gringas fazem parcerias e aqui num rola muito. Cite três bandas que vocês têm vontade de fazer participação hoje em dia e por que. E>D>C : Achamos que agora, com a preocupação das bandas trazerem trabalhos profissionais, talvez comece a pintar participações em álbuns de bandas amigas, acho que não rolava muito antes por incompatibilidade de ideologias profissionais. O Cleber mesmo, recentemente gravou vocais para o Leroy, banda de metalcore de Sampa. 9 – Sobre o álbum ESPETÁCULO DO CRESCIMENTO, lançado recentemente, como está sendo a aceitação do público e a venda do álbum? E o que acham do CD ter sido disponibilizado na internet rapidamente após o lançamento? O que pensam sobre compartilhar mp3? E>D>C : O cd tem sido muito bem aceito, por quem comprou ou mesmo via download, esse é um tópico muito difícil de ser discutido, ñ fomos contra a disponibilização do álbum, mas querendo ou não a banda toma um prejuízo absurdo, pq quem banca todo o nosso CD somos nós, não temos gravadora ou selo para nos bancar, o nosso bolso que sente todo o preju ( é claro que sabíamos disso desde o começo), mas por outro lado, a divulgação que a net exerce é absurda, pessoas de diferentes estados, países nos conheceram através dela, ou seja, tem pontos positivos e negativos bem latentes. 10 – Como rolou o lance da masterização do álbum por TOM BAKER em LOS ANGELES ? E>D>C:Fica difícil acreditar, mas a gente mandou um e-mail pra ele, vimos alguns álbuns que a sonoridade nos agradava e ele sempre estava lá, descobrimos o endereço virtual dele e a negociação começou a partir daí. 11 – O E>D>C sempre apóia o site Dias de Fúria, divulgando na internet e nos shows, somos bem gratos por isso. Queríamos saber o que acham sobre o site atual? E o que acham que falta para melhorarmos? E>D>C : Caras, é isso que falta, pessoas que acreditam e fazem acontecer, o Site é um bom exemplo disso, diariamente com informações diferentes, apoio as bandas nacionais, na verdade é o site que mais apóia bandas nacionais, temos a obrigação de divulgá-los, assim como todas as bandas
EDC 石empre bom.
escrito por willy on February 06, 2007 o equilibrio dos caras nas respostas nos mostra pq essa banda é considerada por muitos como a mais profissional e competente banda do under nacional, e karaio, os mulekes fizeram tudo de forma independente!!!!! Espero que uma banda como EDC ( e mais uma meia díºzia por ahi) chegue ao topo, pq o trabalho dos caras é FODA e para isso acho que necessitam de mais apóio, como por exemplo o que o "diasdefuria" faz. Parabens rapaziada. EDC
escrito por TonTon *Hibridy* on November 14, 2007 Bom tenho que concordar que poucas bandas como EDC , EMBRIOMA , FAKTO DE FATO entre poucas outras realmente tem algum nivel proficional e unico bem visivel.... O cenario é pobre.....? no sentido underground não mas tem como reverter..... é fácil é so juntar um monte de bandas e enfiar dinheiro no Cú da MTV!!!! VIVA AO NEW METAL VIVA AO METALCORE VIVA AO MODERN ROCK Que prevaleça a boa qualidade musical independente de gravadora ou naum de grandes contratos ou não... se for bom como garanto que EDC é um dia ESSA PORRA ANDA!!!!!!!!!! |
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