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Entrevista com o EMBRIOMA !!!!
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Por Royaldiasdefuria   
29 de December de 2006


Para finalizar com a banda do mês de dezembro , trocamos uma idéia com o EMBRIOMA confira na sequência o que a banda pensa sobre underground , shows na gringa , dentre muitas curiosidades !!!!



E ai galera do EMBRIOMA, para encerrarmos o banda do mês, iremos fazer uma entrevista pra galera saber um pouco mais sobre vocês.

1.Então apresente o EMBRIOMA e diga o que cada integrante faz da vida fora da banda.
Dektri – O Embrioma é um sexteto que surgiu no Abc paulista há uns dois anos atrás, tendo como proposta fazer musica pesada e moderna e tendo a visão sempre pra frente. No dia a dia meu ganha pão ainda é TI, sou analista de microinformática atuando em parte agora com segurança de redes numa empresa de grande porte e fazendo faculdade de gerenciamento de redes. Basicamente eu vivo com dois tipos de teclados entre minhas mãos (risos). O Rival está terminando o curso de graduação de Design Digital e trabalha como assistente de arte em uma agência de web. O Danílson é formado em publicidade e é professor particular de guitarra além de estar montando um estúdio com o Leandro nosso outro guitarrista que também é professor particular de guitarra. Detox é formado em Educação Física e atualmente está se dedicando 100% ao Embrioma e o Bob Smith não sabemos o que faz fora do Embrioma.


2.O EMBRIOMA é uma banda nova e bem conhecida já na cena underground, como surgiu a banda e o nome da mesma?
Detox - o EMBRIOMA surgiu em setembro de 2004, quando eu e o Dektri saímos da nossa antiga banda, e resolvemos continuar fazendo barulho juntos, com outros ideais e com as pessoas certas, que pensam como nós dois, o nome EMBRIOMA surgiu depois de várias idéias, queríamos algo com que tivesse uma idéia por trás...

Dektri – Basicamente Embrioma é um tipo de tumor composto por tecidos bem diferentes entre si, nascendo num lugar do corpo aonde não deveria nascer com aqueles tipos de tecidos e forma. É uma bela imagem pra expressar nosso som e a nossa posição dentro da cultura local hoje em dia, além de ser fácil de lembrar e ser diferente.


3.O EMBRIOMA é uma banda com diversas influências desde o metal até outros estilos diferentes. Na hora da criação das músicas, surge algum conflito entre os integrantes, ou tudo ajuda para que não caia na mesmice? Qual é o comportamento de vocês na hora da criação?
Detox - Não escutamos metal 100% do tempo, gostamos de outros estilos, acho que isso influencia na hora das composições. Conflitos temos alguns, mas temos o bom senso que no final tem que soar pesado. Se alguma passagem rolou uma vibe legal, fica, mas se soou estranho, vamos tentando outras coisas, sempre escutando o que cada um pode agregar ali naquele momento. Cada integrante vem com alguma idéia de casa, com riffs, ou com um esqueleto de casa montado e vamos desenvolvendo a idéia, e mesmo que a gente termine a música, sempre vamos adicionando algo e potencializando a idéia inicial.

Rival – Acho que assim como qualquer banda existem discussões no momento criativo. O que é mais importante nestes momentos é o respeito mútuo entre os integrantes, é saber um ouvir ao outro quando dá uma idéia que por mais que ela pareça estúpida no momento, depois ela pode ser aproveitada. É como se fosse um brainstorm mesmo. É claro que as diferentes influências de cada um de nós faz com que tenhamos um leque maior de possibilidades em cada momento criativo. Independente disso, todos temos na cabeça que o resultado final deve ser um som pesado (muito pesado!), diferente e surpreendente!


4.Quanto tempo e como foi a criação do EP ? Ficaram satisfeito com o resultado final?
Dektri – Ficamos de julho de 2005 até final de agosto do mesmo ano fazendo a pré-produção do trabalho, e de setembro até abril de 2006 pra finalizar ele e fazer o nosso primeiro clipe. O resto de 2006 corremos atrás de gravadora e pessoas pra fazerem parte da equipe da banda, além de patrocínios, e só agora no final de 2006 que lançamos como queríamos o “The.Demention.Frequency.Projekt”. Ficamos satisfeitos no sentido que nos superamos e crescemos como músicos e banda durante todo o processo, mas a satisfação total deve ser um sentimento a ser distanciado... No dia que nos sentirmos totalmente satisfeitos, com certeza podemos terminar a banda, pois não haverá nada mais a ser superado. A longo prazo vejo o Embrioma como algo que deve continuar superando a si próprio, seja lá em que aspecto ou direção que for. Vamos ver o que o trabalho nos trará né?

Rival – Eu acho que com certeza pra este primeiro trampo o que foi feito atendeu o que precisávamos neste momento, mas sem dúvida para o nosso próximo trabalho queremos algo muito além do que hoje é o The.Demention.Frequency.Projekt.

Detox – Verdade, nós aprendemos muito na gravação desse trabalho, crescemos como músicos, foi a primeira vez que eu trabalhei com um produtor (nota: Luis Moraes do estúdio C4), gostei da experiência, uma pessoa de fora da banda tornar toda aquela massa sonora em uma musica, gostei muito do resultado final, mas como o Dektri disse, queremos mais, não queremos estagnação, estamos montando o nosso estúdio agora para fazermos a pré produção do cd, talvez em janeiro gravaremos demo de duas ou três musicas novas que já estamos tocando ao vivo, agora é esperar o que esta por vir.


5. o Encarte do EP é todo em inglês, a banda pretende expandir horizontes fora do País?
Rival – Justamente. Eu fui o responsável pela criação da arte do encarte do CD, e já esperava que alguém perguntasse sobre isso. Bom, deixando de lado o nacionalismo exacerbado que a maioria dos brasileiros costuma ter quando lhes convém, com certeza o exterior é onde gostaríamos de atingir com a nossa música. Falando de realidade, o inglês é a língua universal (pelo menos por enquanto) e todos já estão carecas de saber disso. Se esperarmos atingir um número grande de pessoas com as nossas músicas, letras e idéias, é com o inglês que o faremos. Isso não se trata de não querer levantar a bandeira do país, ou muito menos por “moda”, mas sim por ser o idioma mais indicado para isso, socialmente e mercadologicamente falando. Exemplificando, é muito mais fácil um brasileiro entender o que está sendo falado em uma letra em inglês, do que um americano compreender uma letra em português. O que dizer? Danem-se os americanos, ingleses e a maioria dos países que usam a língua inglesa como segunda língua? Não! Pelo contrário, são justamente eles (o mundo) que precisam ouvir o que temos a dizer. Espero que todos compreendam tal motivo.

Dektri – Enquanto falamos aqui, estamos trabalhando nessa expansão de horizontes, fazendo os primeiros contatos reais pra fora. E talvez um dia façamos um disco todo cantado em mandarim se a China continuar crescendo tão rapidamente como está indo (risos).

Detox - Sempre pensamos no próximo passo, mas sem dar um passo maior que a perna, temos vários exemplos de bandas que foram pra fora do país e acabaram sumindo ou acabando por causa de algo mal pensado, estamos trabalhando no nosso cd full length agora, mas a idéia de fazer shows fora do Brasil é algo muito conversado entre nós.


6.Com essa nova febre de bandas covers, gostaríamos de saber a opinião de vocês em relação a essa nova febre?O EMBRIOMA tocaria com bandas covers?Empobrece a cena underground nacional?
Dektri – O Embrioma tocaria sim de boa com bandas covers, assim como tocaríamos com bandas de outros estilos, mesmo que não gostássemos de tais gêneros. O cenário cover em si não empobrece o cenário underground, mas sim a complacência e preguiça desse publico que só gosta de covers é que fode todo o cenário independente atual. Já toco no meio under há 10 anos, e atualmente estamos vivendo a pior fase pro meio independente a qual já tive o desprazer de ver. Nosso relacionamento com as bandas covers em si é bom, temos vários amigos nesse meio, mas essa febre do publico aos covers é a resposta e conseqüência maior de uma era aonde a música é cada dia mais descartável, apenas importando a frenesi no role entre amigos(as) em torno de uma imagem de massa em comum. O que “importa” é o que está na boca do povo, com holofotes bem fortes brilhando a estrela da mídia que a fama atrás para algumas bandas. Pena que esses holofotes dessas bandas gringas quando brilham até aqui no Brasil, acabam cegando muitos. Vejo bandas covers tecnicamente ruins que no primeiro show ganham já uns 300 a 500 reais por show, enquanto bandas de som próprio muito boas com alguns anos de estrada tem que pedir “por favor”, pra ganhar um copo de água na hora de tocar.  O problema não é o cenário cover como eu disse (pois isso existe em todos os lugares do mundo), mas sim a cabecinha limitada do pessoal que só curte cover e execra o cenário de som próprio local. Infelizmente pode acontecer de um dia bandas como o Embrioma terem holofotes brilhando lá fora e apenas sobrar alguma banda cover do Embrioma pra satisfazer o publico aqui no Brasil, porque infelizmente o cenário aqui não suporta uma banda como nós ou sequer mostra o mesmo tipo de respeito que vemos bandas covers ruins tendo. Ta na hora também das bandas de som próprio amarem mais a si próprias e terem menos medo de correr atrás de seus sonhos, só que pensando como gente grande. Infelizmente essa febre do publico de covers mais se assemelha como uma doença mesmo.

Danilson - Conheço várias pessoas que colecionam demos de bandas underground e se interessam diretamente por elas, comprando as demos, camisetas, isso ainda existe, são pouquíssimos, mas existem... Acho que o cover move montanhas no nosso cenário musical underground (infelizmente), e isso é muito triste, mas as pessoas que colecionam demos, são excelentes formadores de opinião em se tratando de cena underground, pena que a maioria não as ouve. E acho ainda que o pior de tudo não é tocar o cover em si, mas perder sua própria identidade, ou jogá-la no lixo. Imagine o que seria de Seattle, por exemplo, se as diversas bandas undergrounds que surgiram para o mundo, há cerca de 14, 15 anos atrás, fossem como as bandas daqui, do ABC por exemplo. Porque o ABC não poderia ser uma Seattle brasileira? Mas uma coisa é fato e já foi dita pelo Dektri, e a gente pode compará-la com Seattle, lá o publico comparecia! Deu no que deu, por exemplo, Nirvana, a maior banda dos anos 90.

Leandro – Cara, e tem muita gente que acha que antes de fazer som próprio tem que ter banda cover pra levantar nome. Não funciona assim, é um pensamento bem errado.

Detox - o Dektri já falou tudo o q eu penso também, já era pra ter rolado um show com bandas covers, mas infelizmente foi cancelado por causa das eleições de segundo turno, mas só para quem estar lendo ter uma idéia, num desses shows de covers que sempre tinha no finado Volkana (casa de shows de SBC), eu e o Lele estávamos fazendo a divulgação distribuindo flyers de um dos shows do Embrioma, uma galera que pegou o flyer olhou e viu que não teria nenhuma banda cover e aí escutamos “não tem nenhuma banda cover, não vou nesse show nem ferrando” e depois de escutarmos isso, ainda jogaram o flyer no chão. Esse é o respeito e o pensamento de algumas das pessoas que vão aos shows de covers tem com as bandas de som próprio. Isso mais do que nunca, faz a gente pensar em cada vez mais ir embora do Brasil.


7. Qual foi o melhor show do EMBRIOMA na opinião de vocês? Qual marcou mais e por quê?
Rival – (risos) Pergunta difícil esta. Por mais que ainda não tenhamos um currículo recheado de shows, já existem alguns que são memoráveis. Vou separá-los por “quesitos” (risos). Melhor vibe nossa em palco com certeza o show de lançamento do nosso CD. Todo mundo tava arrepiado antes de entrar no palco. Questão de público, sem dúvida alguma o show em frente à Galeria do Rock no centro de São Paulo. A molecada estava ensandecida! Foi foda demais além de que foi nosso maior público até hoje.

Detox - Esse último show de lançamento do hangar foi muito marcante para nós, pela atmosfera envolvida e tal, mas outro show que foi foda foi o que rolou na frente da Galeria do Rock em setembro, a galera no mosh se quebrando, e tinha por volta de 4 mil pessoas ali vendo a gente, isso foi muito legal mesmo...

Danilson - Lançar um CD em um show no Hangar 110 com a presença de mais de 450 pessoas, é emocionante, posso garantir, e o show da galeria do rock foi absurdo, para mim esses dois são os melhores!

Leandro - Pra mim foi em Itaquera em 2005. Puta vibe foda da galera.


8.Hoje em Dia sabemos que existem diversas bandas boas na cena, mas parou no tempo e regrediu um pouco.Temos poucos shows, galera menor, picos fechando, e ingressos mais caros, mesmo com esses diversos problemas há bandas que resistam a isso. Queríamos saber a opinião de vocês sobre o underground atual.
Dektri – Assim como na questão de covers que citei antes, existe também dois outros fatores: organizadores predadores (caras como o Neri Mello) e bandas de som próprio que não sabem ouvir críticas (nem construtivas) sobre seu próprio trabalho. Cara, como faltam ouvidos pra ouvirem por ai! No Embrioma tentamos ao máximo ouvir as criticas do publico, e mesmo que essas críticas não venham do nosso publico, temos caras que trabalham conosco que sempre dizem o que pensam quando pecamos como banda no palco, ou na correria. Outra coisa é que o underground vai de acordo com as modas. Muitos caras que vi em shows nos anos 90 curtindo thrash metal, pularam pro new-metal no começo dos 2000 e hoje ouvem algo entre o HC ou emo, mas poucos ainda abraçam todos os estilos que um dia curtiram. Acho que isso é no mundo inteiro, com diferença que o Brasil a coisa parece ser mais volátil e descartável quando nos focamos no público jovem. Picos fecham porque não dão condições técnicas boas pras bandas se apresentarem. Particularmente eu não vou ver shows aonde o som é ruim sempre, e acho que o publico diminui por esse fator também. No caso do cenário new-metal, boa parte do publico deve estar no meio straight-edge, metalcore ou emo ou algo HC.

Detox - Eu acho que a nossa cena atual (se existir cena) é muito desorganizada, parece que um quer engolir o outro vivo, a cena HxC é bem mais organizada, sempre tem mais shows que sempre estão cheios. Não é à toa que tem mais público, bandas mais bem sucedidas... e o público apóia mesmo.

Danilson - E outra, o público de HC e emo consome muito mais das bandas do que qualquer outro estilo, acessando fotolog, comprando demos, etc. Eles simplesmente conhecem muitas bandas e é isso em parte o que faz uma banda crescer. Quanto à organização já foi dito tudo que penso, mas acho que esse acaba sendo um fator social até, pois aqui as bandas desenvolvem um trabalho, pelo mínimo que seja, como ensaiar e gravar e tocar, por exemplo, e não são reconhecidos. As pessoas ainda tem a velha imagem da vantagem, a “Lei de Gerson”, e isso é triste, pois se você for analisar “porque um dono de casa de shows colocaria um som descente para as bandas se ele pode por um mais barato, pra que fazer um tratamento acústico, se ele pode deixar sem?” Etc...


9. O que acham dos downloads ilegais que cresce cada vez mais em nosso país ?
Rival – Isso tem sido tópico de discussão na nossa comunidade do Orkut há alguns dias. Cara, vou ser curto e grosso nessa resposta. Isto é algo que tomou proporções absurdas. Não se tem mais como “combater” isso. É uma realidade muito triste pro nosso país que acreditem se quiser, mas é o país que mais tem pirataria no mundo. Tanto de música, games, eletrônicos e por aí vai. Isso só vai denegrir cada vez mais a imagem do Brasil. Bandas não virão mais pra cá e quem vai perder com tudo isso serão nós mesmos. Aqui se faz aqui se paga.

Detox - Não tenho nada contra download, no nosso caso acho bom porque cada vez mais pessoas irão conhecer o Embrioma, mas por outro lado, as pessoas deveriam apoiar mais as bandas independentes. Quem é de sampa e freqüenta a Galeria do Rock, acho que percebeu o que esta acontecendo por lá: lojas de cds fechando e abrindo lojas de roupas e estúdios de tattoo e piercings, nada contra isso, acho legal ter mais opções, mas hoje em dia o pessoal não compra mais cds, pelos altos preços que são passados pelas industrias as lojas, o formato cd logo ira sumir, esse assunto vai longe [risos]

Danilson - Acho que denigre a imagem do Brasil, porque aqui as pessoas baixam música, e muitos pirateiam o CD vendendo em barracas de camelôs. A diferença de outros paises é que lá fora as pessoas também baixam CD, mas como um “test-drive”, porque se a banda for boa ou eles se identificarem com as músicas, eles compram o CD. Mas daí retornamos à questão social, pois lá fora um CD custa U$ 12, aqui custa R$40,00... é um convite a pirataria! E o Governo morde a maior parte disso e não apóia a cultura, ou seja esse dinheiro não volta para quem compra os CD´s (real objetivo de um imposto) , em forma de show ou entretenimento.

Dektri – Mercadologicamente dizendo, hoje a gravação em si perdeu seu posto como produto central da banda, virando mais a propaganda obrigatória que a banda tem que fazer. Fato: O cd prensado em fábrica está com dias contados e ainda acho que o Embrioma lançará um disco 100% não físico. Vamos esquecer sobre ganhar dinheiro com vendas de cd’s, até porque raras bandas viviam só disso algum dia.


10.O que acharam da idéia do site Dias de Fúria, um site novo que apóia o underground nacional?Alguma critica ou sugestão?O que mais gostaram do site?
Danilson - Essa é uma iniciativa grandiosa, que conta com nosso total apoio e é merecedor do nosso mais profundo respeito, e acho que, no que depender de nós do Embrioma, estaremos sempre de portas abertas para que possamos deixar a cena underground retomar seu lugar de direito. Pois ser underground não é necessariamente ser amador. O DDF pode contar conosco! E assim faremos um barulho tão grande, que será ouvido muito além do que possamos imaginar.

Dektri – O fato de dar espaço pra bandas que não têm grandes holofotes sobre suas cabeças e vocês sempre estarem atualizando todos os dias, é algo que me agrada muito. Sugestão? Tentem organizar shows legais (não sei se já pensaram nisso) não pecando aonde os muitos pecam. E paciência e trabalho sempre porque essa brincadeira é bem trabalhosa! Valeu pelo espaço cedido e será que alguém leu até aqui a entrevista?(risos!)

Detox - Eu particularmente achei muito boa a idéia, não temos muitos sites que dão esse espaço para bandas independentes, essa divulgação é muito boa, mais pessoas deveriam ter essa iniciativa e apoiar quem tem essa iniciativa !!
Muito obrigado pelo espaço cedido, pela força, e se você que esta lendo essa entrevista, tiver um amigo que goste de musica pesada, indique a gente www.embrioma.com
C-ya


O Site Dias de fúria Agradece pela entrevista cedida, pelo material disponibilizado para a banda do mês(vídeos, CD pra resenhar, informações etc.) e por ultimo pela paciência que tiveram conosco. Desejamos ao EMBRIOMA que continue nessa evolução, autenticidade o que está ficando escasso no meio underground e que possam ser reconhecido pelo seu trabalho, apoio e ajuda ao underground. Quem faz a diferença é quem corre atrás.


Comentarios (3) >>
...
escrito por Fabrico Munky Pascoli on December 29, 2006

Realmente estão de parabens o pessoal do site..e ao pessoal da banda sucesso cara...tudo de bom pra todo mundo ae,do site da banda
abraço cambada

...
escrito por IvanAmador on December 30, 2006

Esse festival q ele disse q foi cancelado pelo segundo turno das elei败s era o extreme terror fest!
Mas vai rolar outro a�.
Talvez seja um festival soh de som proprio com open bar na tribe!
Fala c num eh fmza!

...
escrito por Tonkpils on December 31, 2006

eu li tudo ein!!!
po nota 10 pro site e pro embrioma
aki est&#-2059;m f៤e ambos

vlw

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